Valor não percebido não é valor!
6 12 2011Após realizar muitos cursos e conversar com alguns dos principais consultores em Gestão Educacional do país, como Ryon Braga da Hoper Educação e Carlos Monteiro da CM Consultoria, aproveito este tópico para relembrar alguns conceitos recorrentes em seus discursos e fundamentais no processo de Gestão de IES. Seguem abaixo as dicas:
- Toda gestão deve ser orientada para e pelo resultado e não pelo esforço do trabalho.
- Produtividade significa fazer mais e melhor, com os mesmos recursos, com menor esforço e com mais retorno.
- A tomada de decisão deve ocorrer de forma técnica, a partir de informações confiáveis e não por “achismos” (gestão por evidências).
- Sem a definição de objetivos e metas, com cobrança de resulados e mensuração de desempenho, em todos os níveis, não podemos dizer que uma ies aplica gestão profissional.
- É preciso aprender a diferenciar os atributos qualificadores (básicos e comuns à maioria das IES) dos atributos diferenciadores. Vantagem competitiva é aquela difícil de replicar pelos concorrentes.
- Qualidade deve ser vista em relação direta com aquilo que é realmente valor para o cliente.
- Os gestores precisam ter claro para si que a essência do marketing educacional é o marketing de relacionamento, mais do que a simples propaganda. Ninguém mais aguenta as mesmas propagandas nas mesmas épocas. E, por fim:
- Não se deixe seduzir pela guerra de preços ou de descontos. Aprenda a produzir, oferecer e entregar valor. Não copie o modelo das “grandes”. Este por melhor que seja só serve para elas.
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IGC: O show midiático continua
1 12 2011Compartilho com todos este ótimo artigo de Celso Frauches, publicado pela ABMES.
Continua a repercutir na mídia a divulgação, pelo MEC, do IGC – Índice Geral de Cursos – das instituições de educação superior (IES). Rankings foram elaborados, ameaças de penalidades, fechamento de cursos e de instituições, bravatas, ignorância total em relação ao que seja avaliação de qualidade à luz do Sinaes – Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior, instituído pela Lei nº 10.861, de 2004.
O Grupo Globo destaca a punição de setenta IES “por desempenho ruim”. Os “especialistas” do Grupo repetiram simplesmente o que a assessoria de imprensa do MEC envia para as redações ou publica no portal do MEC.
O jornal O Estado de São Paulo repete essa barbaridade popularizada pelo MEC: “o Enade, o IGC e o CPC são um retrato do ensino superior no País”. O Estadão sabe o que é qualidade da educação superior? Conhece o Sinaes? Entende as fórmulas que os econometristas construíram para atender aos desejos pessoais do ministro da Educação? A resposta é negativa a qualquer dessas perguntas. Até prova em contrário.
Nenhum dos veículos mais importantes do País publicou algo realmente sério, consistente e isento a respeito da avaliação de qualidade da educação superior brasileira, a partir do que exige o art. 209 da Constituição e de sua regulação pela Lei nº 10.861, de 2004. Da televisão não se pode exigir muito. É entretenimento. Educação não existe para essa mídia. Internet nem pensar. Mas os jornais que lideram a mídia impressa, no Rio e em São Paulo, demonstram um desprezo inconcebível em relação a um tema que mereceria um tratamento digno e responsável. Leia mais.
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MEC divulga IGC´s e CPC´s
18 11 2011O INEP divulgou na última quinta-feira, 17, os indicadores de qualidade de cursos e instituições de educação superior. A avaliação é baseada na análise das condições de ensino, em especial aquelas relativas ao corpo docente, às instalações físicas, ao projeto pedagógico e ao resultado dos alunos no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade). Em 2010, o Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes avaliou as áreas de saúde e ciências agrárias, distribuídos em 14 cursos: biomedicina, educação física, enfermagem, farmácia, fisioterapia, fonoaudiologia, medicina, medicina veterinária, nutrição, odontologia, serviço social, terapia ocupacional, agronomia e zootecnia; e em cinco tipos de cursos superiores de tecnologia – tecnologia em agroindústria, tecnologia em agronegócio, tecnologia em gestão ambiental, tecnologia em gestão hospitalar e tecnologia em radiologia.
O Ministério da Educação avaliou 2.176 instituições de ensino superior, sendo 229 públicas e 1.947 privadas, entre universidades, centros universitários e faculdades.
No quadro de notas obtidas pelas 2.176 instituições, apresentam-se os seguintes resultados:
Nota 5 – 27 IES. (16 públicas e 11 privadas);
Nota 4 – 131 IES. (65 públicas e 66 privadas);
Nota 3 – 985 IES (90 públicas e 895 privadas);
Nota 2 – 674 IES (41 públicas e 633 privadas);
Nota 1 – 337 IES (2 públicas e 335 privadas).
Outras 350 instituições participaram do ciclo avaliativo, porém os cursos que não obtiveram o Conceito Preliminar de Curso (CPC) por não atender a um ou mais itens dos oito medidas de cálculo ficaram sem conceito.
Veja a distribuição de instituições por IGC e de cursos por CPC
Confira a tabela completa de cursos
Confira a tabela completa de instituições
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Divulgado o Censo da Educação Superior
9 11 2011Realizado anualmente pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), o Censo da Educação Superior foi divulgado no início desta tarde pelo ministro da Educação, Fernando Haddad e pela presidente do Inep, Malvina Tuttman. O destaque deste Censo é o crescimento do número de matriculados, principalmente nas regiões Norte e Nordeste, atendendo a atual política educacional do País.
A coleta de informações para o Censo abrange as Instituições de Educação Superior (IES), cursos de graduação e sequenciais de formação específica, alunos e corpo docente. É realizada por meio do Sistema on line Censup, que deve ser acessado e preenchido por todas as instituições da educação superior, conforme Decreto nº 6.425, de 4 de abril de 2008.
O Censo é um importante instrumento para a obtenção de dados e geração de informações que subsidiam a formulação, o monitoramento e a avaliação das políticas públicas, bem como os estudos acadêmicos e a gestão das instituições de ensino.
Clique aqui para consultar o Censo da educação Superior 2010.
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Avaliação do ensino superior, triste realidade
22 09 2011Compartilho com todos este excelente texto de Maurício Garcia. Como de costume, o consultor demonstra significativa envergadura moral e profissional frente ao triste quadro que vivemos na Educação Superior. Boa leitura!
Conforme noticiado pelo Estado (13/9), os resultados do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) mostraram que as escolas públicas de ensino médio, mais uma vez, ficaram no fim da fila. Diante dos maus resultados, o ministro da Educação, Fernando Haddad, afirmou: “Às vezes, condições socioeconômicas explicam mais o resultado da escola que o trabalho do professor”. A afirmação encontra respaldo nos pesquisadores em educação, que destacam a importância que tem um ambiente familiar mais escolarizado no desenvolvimento educacional dos jovens.
Com isso, ocorre no Brasil um grave paradoxo educacional, em que os alunos das famílias mais ricas, que estudaram em escolas particulares, entram nas instituições públicas, enquanto os oriundos das camadas mais pobres, que estudaram em escolas públicas, vão para as instituições particulares, já que não conseguem vencer a disputa do vestibular. Além disso, os primeiros estudam de graça, enquanto os segundos têm de pagar a sua mensalidade. O sistema não poderia ser mais cruel. Leia mais.
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Núcleo Docente Estruturante – NDE – Portaria, Parecer e Resolução
14 08 2011NDE – PARECER CONAES N° 04/2010 e RESOLUÇÃO CONAES Nº 01/2010
A pedido de um número significativo de colegas pesquisadores e estudiosos da Educação Superior, venho por meio deste post, esclarecer algumas questões acerca do NDE.
Conforme o Parecer CONAES N° 4 de 17 de junho de 2010, o NDE foi um conceito criado pela Portaria Nº 147, de 2 de fevereiro de 2007, com o intuito de qualificar o envolvimento docente no processo de concepção e consolidação de um curso de graduação.
No que tange à relação entre PPC e NDE, o Parecer n° 04 descreve que: “[...] se pode evitar que os PPCs sejam uma peça meramente documental. Entende-se, então, que todo curso que tem qualidade possui (ainda que informalmente) um grupo de professores que, poder-se-ia dizer, é a alma do curso. Em outras palavras, trata-se de um núcleo docente estruturante”.
Sobre a obrigatoriedade ou não do NDE, o Parecer n° 04 descreve que “é importante ainda observar que, dentro da tradição bastante burocratizante das instituições de ensino no Brasil, recomendar-se ou, mais ainda, exigir-se a existência de um NDE, tenderia a induzir a definição deste como um órgão deliberativo, o que pode significar a perda da eficácia de suas funções. O NDE deve ser considerado não como exigência ou requisito legal, mas como elemento diferenciador da qualidade do curso (grifo nosso) no que diz respeito à interseção entre as dimensões do corpo docente e Projeto Pedagógico do Curso”.
Com relação a confusão entre o Colegiado e o NDE, o Parecer n° 04 descreve que [...] o trabalho do Colegiado de Curso (assim como da sua coordenação) não pode ser confundido com o papel de um NDE (grifo nosso). Ambos podem ser exercidos pelas mesmas pessoas, mas normalmente não o são, e isso até enriquece o processo. Assim, esta CONAES entende que o NDE é um bom indicador da qualidade de um curso de graduação e um elemento de diferenciação (grifo nosso) quanto ao comprometimento da instituição com o bom padrão acadêmico.
Após compreender o Parecer n° 04 de 17 de junho de 2010, vamos agora entender melhor a Resolução n°01 de 17 de junho, também de 2010, que resolve:
Art. 1º. O Núcleo Docente Estruturante (NDE) de um curso de graduação constitui-se de um grupo de docentes, com atribuições acadêmicas de acompanhamento, atuante no processo de concepção, consolidação e contínua atualização do projeto pedagógico do curso.
Parágrafo único. O NDE deve ser constituído por membros do corpo docente do curso, que exerçam liderança acadêmica no âmbito do mesmo, percebida na produção de conhecimentos na área, no desenvolvimento do ensino, e em outras dimensões entendidas como importantes pela instituição, e que atuem sobre o desenvolvimento do curso.
Art. 2º. São atribuições do Núcleo Docente Estruturante, entre outras:
I – contribuir para a consolidação do perfil profissional do egresso do curso;
II – zelar pela integração curricuIar interdisciplinar entre as diferentes atividades de ensino constantes no currículo;
III – indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e extensão, oriundas de necessidades da graduação, de exigências do mercado de trabalho e afinadas com as políticas públicas relativas à área de conhecimento do curso;
IV – zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Graduação.
Art. 3º. As Instituições de Educação Superior, por meio dos seus colegiados superiores, devem definir as atribuições e os critérios de constituição do NDE., atendidos, no mínimo, os seguintes:
I – ser constituído por um mínimo de 5 professores pertencentes ao corpo docente do curso;
lI – ter pelo menos 60% de seus membros com titulaçâo acadêmica obtida em programas de pós- graduação stritco sensu;
III – ter todos os membros em regime de trabalho de tempo parcial ou integral, sendo pelo menos 20% em tempo integral;
IV – assegurar estratégia de renovação parcial dos integrantes do NDE de modo a assegurar continuidade no processo de acompanhamento do curso.
Segue abaixo um quadro resumo das diferenças entre as descrições dos Instrumentos de Avaliação vigentes desde 2008 que cita a Portaria MEC n° 147 de 2007 publicada neste blog, para Resolução n°01 de 17 de junho de 2010 que dá suporte aos novos Instrumentos de Avaliação publicada pelo INEP em Nota Técnica de 1º de junho de 2011.

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Formação de gestores
4 08 2011Compartilho com todos um fragmento da matéria de Salete Silva da Revista Ensino Superior de 19/05/2011, que fala sobre a formação de gestores.
Em vez de buscar profissionais no mercado, algumas instituições preferem investir na formação de talentos internos para ocuparem cargos estratégicos em suas estruturas. Diversas instituições já oferecem cursos especialmente voltados à gestão educacional, que podem ajudar a preparar um bom reitor. Veja alguns:
- Pós-graduação lato sensu para a formação de lideranças de ensino superior, do Centro Universitário Salesiano de São Paulo (Unisal). O curso propõe formar gestores educacionais a partir de conhecimentos práticos e técnicos sobre a organização e funcionamento das instituições. Além do conteúdo disciplinar, inclui visitas técnicas e seminários internacionais.
- MBA em gestão universitária com ênfase na avaliação institucional, do Centro Universitário São Camilo. O conteúdo inclui direito educacional, gestão acadêmica, marketing, sistemas de avaliação no Brasil e no mundo e gestão econômico-financeira e de pessoas.
- Mestrado profissional em administração universitária, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). O curso objetiva a qualificação de profissionais com uma visão de mercado, mas voltada ao desenvolvimento social.
Outras instituições capacitam seus próprios executivos, como a Anhembi Morumbi, que desenvolveu um curso para preparar seus diretores. Em seis módulos, são ministrados conteúdos sobre gestão de campanhas, processos para definir preços, entre outros temas financeiros e econômicos.
Além de cursos especializados, a participação em fóruns e congressos, a troca de experiências com líderes de outros segmentos e o benchmarking (instrumento de administração para melhorar os resultados das empresas e superar a concorrência) também são recursos de que os executivos da educação devem lançar mão para aprimorar competências.
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IES: Localização versus Processo de escolha
28 07 2011Compartilho com todos a pesquisa publicada na Bússola Educacional n° 46 da Hoper. O estudo é de autoria de Romário Davel, consultor associado da Hoper Educacional e especialista em avaliação mercadológica de IES.
Não é novidade que a localização e o acesso são de extrema importância para o sucesso de uma Instituição de Ensino Superior (IES), porém, o que pode surpreender é que esse elemento recebe a maior pontuação no processo de escolha dos alunos graduandos em IES particulares no Brasil. Segundo pesquisas realizadas pela Hoper, envolvendo mais de 35 mil alunos, 23,4% dos entrevistados admitem que a localização é o critério de maior peso no processo de escolha da faculdade particular.
A qualidade de ensino aparece em segundo lugar, com 21,4% das citações. O reconhecimento do mercado de trabalho, a infraestrutura, o fato de ser a única que oferece o curso e o preço aparecem com indicadores mais baixos: 9,7%, 9,4%, 8,1% e 7,6%, respectivamente.
Já nas instituições públicas, a localização tem importância próxima de zero e a qualidade de ensino fica com a maior fatia: 40,2% das citações. Preço, reconhecimento do mercado e tradição, também são elementos de grande peso para o público pesquisado: 20,9%, 19,7% e 14,2%, respectivamente.
Muitas instituições particulares ignoram tal fato e teimam em levar seus campi para regiões mais afastadas da cidade. Contudo, como vimos, isso pode ser um grande erro estratégico.
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Novos Instrumentos de Avaliação de Cursos
27 06 2011O INEP, por meio da Nota Técnica de 1º de junho de 2011, reformulou os Instrumentos de Avaliação de Cursos para operacionalização do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior – SINAES.
São três os novos instrumentos: Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação – Bacharelados, Licenciaturas e Cursos Superiores de Tecnologia (presencial e a distância); Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação em Direito (presencial e a distância) e Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação em Medicina. Os três instrumentos serão utilizados para subsidiar os atos de autorização, reconhecimento e renovação de reconhecimento dos cursos avaliados.
Ao que parece, o MEC perdeu novamente uma grande oportunidade de implementar mudanças que efetivamente venham a contribuir para o aumento da qualidade da Educação Superior Brasileira. Após 10 anos de sua criação, os instrumentos de avaliação continuam representando significativas barreiras para que ocorra o processo de inovação baseada nas no trabalho colaborativo e tantas outras estratégias que vem ganhando cada vez mais espaço na pauta de pesquisadores.
Também se percebe que o governo continua desconsiderando o segmento privado, que representa mais de 75% das matrículas na educação superior. Ao apresentar indicadores que se mostram oriundos de uma concepção sem quaisquer critérios científicos e uma tentativa frustrada de simplificar o sistema de avaliação, o Governo apenas generalizou dois momentos consideravelmente distintos, avaliação e regulação.
Continuamos sonhando com o dia em que o Governo passe a incentivar as IES a participarem efetivamente do processo de construção dos sistemas de avaliação.
Em entrevista a Revista Gestão Universitária, edição 277, a Professora Roberta Muriel Cardoso relata que apenas um indicador é realmente novo. A maior mudança foi realmente a padronização de determinados indicadores que se tornaram comuns às avaliações para autorização, reconhecimento e renovação de reconhecimento dos vários cursos existentes e alguns indicadores específicos em alguns casos, mas não novos.
Muriel relata que alguns requisitos legais e normativos dos instrumentos se transformaram em indicadores no corpo dos novos instrumentos, o que também representa mudança, mas de forma e não de conteúdo. Alguns indicadores “diferentes” já existiam na descrição dos conceitos antigos, ou seja, não são exatamente iguais, mas significam a mesma coisa, pois avaliam o mesmo quesito, da mesma maneira, com o mesmo significado, porém, com outras palavras.
O que se pode perceber, é que, as principais mudanças dos instrumentos são referentes ao NDE, Corpo Docente, Coordenação de Curso e Bibliografia. Para saber mais, faça o download dos instrumentos aqui.
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Check-up da Saúde de uma Instituição de Ensino Superior
27 05 2011Compartilho com todos esta ótima reflexão do Professor Dr. Jair dos Santos Jr. Boa leitura!
Você se sente saudável? Tem algum sintoma que revele seus índices de colesterol e glicemia? Nem sempre não apresentar um sintoma significa que sua saúde esteja perfeita. O mesmo podemos dizer de uma empresa educacional. Muitas vezes os resultados operacionais que se expressam em números de ingressantes e balanço primário mensal podem não revelar a situação real da saúde da IES. Por isso, recomendamos que os gestores das instituições façam periodicamente a avaliação do desempenho institucional, mais do que tudo, o que chamamos aqui de “Check-up da saúde da IES”. E neste ponto surgem as questões: quais os indicadores devem ser apreendidos? Ou ainda, que resultados podem ser considerados realmente satisfatórios se comparados às demais organizações? Afinal, quando fazemos um hemograma, antes mesmo do médico, podemos apreender nossos resultados com os dados comparativos que sempre acompanham o relatório do laboratório. No caso das empresas educacionais não temos os médicos, mas gestores experientes e profissionais de assessoria e consultoria que sugerem alguns dos indicadores e comparativos que podem ser observados nesta análise. Se os indicadores da saúde de sua empresa não estão satisfatórios, vale lembrar nossa alegoria, não se desespere, consulte seu médico de confiança. Leia mais.
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Gestão Profissional no Ensino Superior Privado: Uma reflexão sobre o papel do Coordenador de Curso de Graduação
14 03 2011Investir em pesquisas de avaliação institucional e técnicas de gestão acadêmica em Instituições Privadas de Ensino Superior (IPES) por meio de ferramentas da qualidade, objetivando redução de custos, cumprimento de metas e aumento da qualidade e do valor agregado, representa um grande desafio. As IPES, bem como seus Coordenadores de Curso, precisam implementar setores de decodificação cultural. Compreender o comportamento humano é primordial. Desta forma, será possível adotar a gestão estratégica antecipatória como elemento norteador em seus processos de gestão, prevendo tendências mercadológicas, tornando os Cursos de Graduação um organismo flexível e adaptável ao cenário e suas necessidades. Leia mais.
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Educação Superior em Design: Panorama Atual
28 02 2011Em 1882, Rui Barbosa defendeu que todos os países envolvidos com a industrialização que investissem em Desenho Industrial iriam obter destaque no que tange qualidade na ordem sócio-cultural, no progresso técnico-científico e, logo, na hegemonia econômico-industrial. Ao que parece, Rui Barbosa previu com espantosa clareza o surgimento das potencias do G-7, Inglaterra, França, Itália, Alemanha, Canadá, Estados Unidos e Japão.
Após mais de 130 anos, nos deparamos com uma situação preocupante, pois, além de não termos feito a lição de casa e ficado para trás em relação aos países citados, a Educação Superior em Design/Desenho Industrial no Brasil vai de mal a pior.
Segundo dados do e-MEC, o Brasil possui um total de 520 Cursos de Design, sendo três (3) deles em Modalidade de Graduação Tecnológica em Educação a Distância (EAD), duzentos e cinquenta e um (251) em Modalidade de Graduação Bacharelado e duzentos e sessenta e seis (266) em Modalidade de Graduação Tecnológica, sendo que, nenhum deles atingiu Conceito Preliminar de Curso (CPC) máximo (5) e pior, 65 Cursos, ficaram com CPC 1 ou 2 em uma escala que vai de 1 a 5.
Desempenho semelhante ocorreu com relação ao ENADE, onde apenas 16 dos referidos Cursos (7%) atingiram conceito máximo (5), ao ponto que, destes, 50% estão na Região Sul, onde Rio Grande do Sul e Paraná apresentam o percentual de 25% cada. São Paulo e Santa Catarina lideram o baixo desempenho com o maior número de Cursos com ENADE 1.
A realidade dos Cursos de Mestrado e Doutorado também preocupa, pois nosso País possui apenas 3 Doutorados em Design, situados nos Estados de Rio de Janeiro, São Paulo e Pernambuco (PUC, UNESP, UFPE). Quantos aos Cursos de Mestrado em Design, de um total de 13 Cursos, Rio Grande do Sul (UNISINOS, UNIRITTER e UFRGS) e São Paulo (Ahembi Morumbi e UNESP), dividem a primeira colocação, enquanto os segundos colocados são representados por Rio de Janeiro (PUC, UERJ) e Santa Catarina (UFSC, UDESC). Os demais Cursos estão situados na Bahia (UEFS), Paraná (UFPR) Minas Gerais (UEMG) e Pernambuco (UFPE).
Os dados acima preocupam e potencializam a responsabilidade dos Coordenadores de Curso, que precisam, além de deter conhecimentos avançados em Gestão e Legislação Educacional Superior, deter conhecimentos avançados em Desenho Industrial e Design, pois, se todos Cursos de Desenho Industrial podem ser considerados Cursos de Design, nem todos Cursos de Design podem ser considerados Cursos de Desenho Industrial. Compreender essa afirmação já seria um ótimo começo!
Por: Daniel Quintana Sperb
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Excelência em Estratégia no Ensino Superior Privado
27 02 2011Para uma Instituição Privada de Ensino Superior (IPES) operar com excelência em estratégia, efetividade operacional e prospectiva, se faz necessário que o gestor trate estes elementos como fatores culturais. De nada adianta, os gestores investirem em capacitações e treinamentos, se não existir uma cultura estabelecida. Saiba mais.
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Gestão de Talentos: Saiba como formar, manter e atrair a nova geração de talentos
15 01 2011O Consultor de Inovação e Estratégia Ricardo Neves, revela que a Nova Geração de Talentos é potencialmente criativa e motivada.
No entanto, as Instituições, de maneira geral, frustram e espantam suas melhores promessas porque não conseguem montar um ambiente de realização e estímulo permanente no trabalho. Esta nova geração é alimentada com missões, desafios e recompensas.
Não espere mantê-los só pela promessa da estabilidade, como as antigas gerações. Os mais criativos são os mais difíceis de reter. O Consultor revela a existência de três perfis profissionais: “os cansados”, “os estressados” e “os jogadores”, saiba mais sobre como identificá-los.
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Aumenta a taxa de ociosidade no Ensino Superior Privado
15 01 2011Os dados do Censo de 2009 evidenciam que a taxa de ociosidade continua aumentando. Ela é ainda maior na rede privada, onde sobraram 58% das 2,7 milhões de vagas abertas em 2009. A maioria das instituições tem autonomia para ampliar vagas e abrir novos cursos, mas a maior parte acaba não sendo preenchida. O censo também mostra queda no número de matrículas em cursos particulares – foram 41,3 mil a menos que em 2008. Ainda assim, os alunos das privadas representam 73,5% do total. Veja na Figura abaixo.
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Novos números sobre Educação Superior
13 01 2011Dos 5.954.021 estudantes matriculados em 28.671 cursos de graduação presencial e a distância, 2.065.082 são ingressantes e 839.397 estão em instituições federais de ensino superior.
O censo de 2009 registra 2.314 instituições de educação superior — 245 públicas e 2.069 particulares. No período de um ano, houve crescimento de 3,8% no número de instituições públicas e 2,6% no de particulares. O levantamento registra 186 universidades, 127 centros universitários e 1.966 faculdades. Além disso, 35 instituições federais públicas de educação profissional e tecnológica oferecem cursos superiores. Saiba mais.
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Sobre a Conaes, o NDE e outras siglas que descumprem o Sinaes
9 12 2010Compartilho com todos leitores este relato de Celso da Costa Frauches, Consultor educacional da ABMES e consultor sênior do Ilape. Nele, Celso relata que: ”A atual administração do MEC, por seus diversos órgãos e dirigentes, continua a tratar a livre iniciativa na área da educação superior de forma discriminatória, sem levar em conta a importância e contribuição desta para o desenvolvimento do setor e o estrito cumprimento dos dispositivos da legislação ora citada. Constata-se, ainda, a insensibilidade do ministro da Educação e de sua secretária de Educação Superior no trato dessas questões com as organizações que legitimamente representam os diversos tipos de organizações acadêmicas desse segmento”. Leia o texto na íntegra aqui.
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Fim da Gratuidade do Ensino Superior Mundial
21 10 2010Estaríamos distantes desta realidade? Ou o aumento da concorrência e da qualidade em Gestão Profissional das Instituições Privadas de Ensino Superior (IPES) irá potencializar ainda mais esta tendência e fortalecer o percentual desta categoria do Ensino Superior que representa mais de 80% em nosso país. Segue abaixo uma importante reflexão da Edição de Outubro da Bússola Educacional da Hoper em “Hoper Analisa”.
Poucos países no mundo ainda resistem e oferecem o ensino superior totalmente gratuito, entre eles Dinamarca, Finlândia e Suécia. No entanto, muitos outros países que faziam o mesmo no passado, recuaram e passaram a cobrar e/ou a financiar seus estudantes. França, Holanda, Bélgica e Reino Unido se encontram neste grupo. Na semana passada, o Governo Britânico anunciou que vai liberar suas universidades públicas para aumentarem  ainda mais o valor cobrado, eliminando o teto máximo que havia imposto em 1998, mas permanecerá oferecendo opções adequadas de financiamento estudantil para quem não puder pagar. Com esta medida o Reino Unido segue uma tendência mundial de, primeiro, tornar o ensino superior pago e, segundo, abrir o setor para a iniciativa privada ou ampliar a sua presença (para o caso dos países onde já está aberto). Até 2020 é provável que reste apenas o anacrônico Brasil que, na contramão do resto do mundo, ainda insiste em atuar com um ensino superior público 100% gratuito.
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Tecnólogo X Bacharelado
4 10 2010Muitas são as discussões a respeito da rivalidade entre os Cursos Superiores Tecnológicos e os Cursos Superiores Bacharelados. Qual o melhor caminho? É possível que ambos convivam em um mercado cada vez mais competitivo? Questionamentos a parte, quero falar ao leitor deste artigo sobre o atual apagão de mão de obra especializada que potencializa o surgimento de Cursos Superiores Tecnológicos.
Em matéria da edição 144 da Revista Ensino Superior, Francisco Borges, Diretor da Veris Educacional, relata que o preconceito da cultura “bacharelista” com referência aos Tecnológicos Superiores, se dá muito mais na esfera acadêmica, do que no ambiente corporativo. Em função da necessidade de atender a uma demanda de maneira mais ágil, os profissionais de RH têm aderido a esta importante categoria que evidencia um crescimento impressionante.
Segundo a Revista Ensino Superior (edição 144), os consultores de mercado relatam que os profissionais formados em cursos tecnólogos apresentam melhores resultados, promovendo maior produtividade, e aumento significativo de seus resultados.
Adriana Gomes, do núcleo de Gestão de Pessoas da ESPM, destaca que, diferente de outras épocas, a graduação não garante a empregabilidade, pois o ensino superior não qualifica obrigatoriamente para atender a uma demanda de mercado, atuando mais ao nível de informação e não formação, fato este que possibilita a abertura de novas vagas que tem sido preenchidas por Profissionais Tecnólogos. O Consultor da IDORT/SP, A. J. Limão, tem uma opinião parecida, relatando que o Tecnólogo leva certa vantagem em processos seletivos, justamente por possibilitar que as Organizações usem o Bacharelado em forma de benesse no que tange a política de retenção de talentos.
Charys de Oliveira, gerente responsável pelo processo de seleção da Othos Telecomunicações, também afirma que os Tecnólogos não saem necessariamente perdendo em processos seletivos, o que se percebe é que, geralmente, os Tecnólogos são destinados a vagas mais operacionais e que os Bacharéis são direcionados a vagas que mesclem execução (operacional) e gestão.
Dados do INEP indicam que no Brasil, atualmente, são oferecidos 4.355 Cursos Superiores de Tecnologia divididos em 171 IES estaduais, 343 federais e 3773 em IES privadas. Estas vagas têm crescido ao ponto de representar 8% das matrículas totais no ensino superior brasileiro.
Segundo dados do MEC, 93% dos Tecnólogos conseguem seu lugar ao sol no mercado de trabalho em até um ano após a conclusão do curso e mais de 70% deles na área que se graduaram. Com o propósito de aprimorar e fortalecer os cursos superiores de tecnologia e em cumprimento ao Decreto nº 5.773/06, o Ministério da Educação apresenta este Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia como guia para referenciar estudantes, educadores, instituições ofertantes, sistemas e redes de ensino, entidades representativas de classes, empregadores e o público em geral. O catálogo apresenta denominações, sumário de perfil do egresso, carga horária mínima e infraestrutura recomendada de 112 graduações tecnológicas organizadas em 13 eixos tecnológicos.
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Gestão do Conhecimento em Instituições Privadas de Ensino Superior
3 10 2010Alguns setores da sociedade são particularmente avessos a rápidas e radicais mudanças. Em particular, podemos destacar a igreja católica, os militares e as universidades. Neste texto, nós vamos nos ater às universidades no contexto da revolução da gestão do conhecimento. Saiba mais.
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Ofício Circular DAES/INEP/MEC
3 10 2010A Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior – CONAES, acaba de modificar procedimentos para os processos de avaliação institucional externa e de avaliação in loco, após insistência do Fórum das Entidades Representativas do Ensino Superior Particular.
Um Oficio-circular DAES/INEP/MEC, de 13/5/2010, foi encaminhado às IES informando as seguintes alterações:
- reformular e ampliar o Basis – Banco de Avaliadores do Sinaes, ficando aberto o cadastramento de avaliadores a partir de 17/5/2010, em caráter permanente;
- flexibilizar e agilizar a utilização de taxas de avaliação in loco por meio do e-mec;
- realizar avaliações em conjunto, quando houver três ou mais processos da mesma IES em tramitação no e-mec;
- aceitar o protocolo na Superintendência Regional do Ministério do Trabalho e Emprego como prova de cumprimento do Requisito Legal “Plano de Cargos e Salários docente e técnico administrativo”, embora esse “requisito legal” não cumpra o princípio da legalidade, uma vez que não é oriundo de lei;
- retirar do critério de “indicadores imprescindíveis” os referentes à titulação e ao regime de trabalho docente; serão “referências indicativas, que permitirão a diferenciação dos cursos, segundo a opção que a IES tenha feito em relação a esse quesito, exceto para os cursos de Medicina e Direito”;
- o Núcleo Docente Estruturante (NDE), também, passa a ser “considerado como elemento diferenciador da composição e organização do corpo docente do curso”; novamente, exceto para os cursos de Medicina e Direito;
- prazos para preenchimento dos formulários eletrônicos: quinze dias para avaliação e cursos e trinta dias para a avaliação institucional.
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Quem é a Rainha?
2 10 2010Nunca ouvi falar tanto em Estratégia. Porém, ao mesmo tempo em que o discurso é significativo, o conteúdo é vazio. Questiono: Onde estão as ações? Sua Organização previlegia a criação de tempos livres para a prática da inovação orientada? Investe em recursos financeiros na formação e retenção de talentos? Ou a sistemática de trabalho é regida pela técnica do Gestor Bombeiro que passa os minutos, as horas, os dias, as semanas, os meses e os anos apagando incêndios?
Embora eu não pratique o Xadrez, sou um profundo admirador desta Arte Estratégica. No Jogo de Xadrez, a Rainha é a peça mais poderosa, pois tem a maior capacidade de movimentação, o que lhe confere a mais alta pontuação, muito embora a peça mais importante seja o Rei, que possui valor incalculável, uma vez que sua captura finaliza a partida, o famoso cheque-mate. Meu filho Mikael de 10 anos me dá verdadeiras aulas de Estratégia sem saber, pois a exemplo de meu Irmão Eduardo (Enxadrista Rankiado Internacionalmente) , e graças a ele também, é praticante do Xadrez.
Se formos fazer uma analogia do Xadrez com o Ensino Superior Privado (ESP), entre os diversos atores envolvidos, quem seria a Rainha? Quem tem maior mobilidade e coeficiente de inter-relação com os demais atores? Saiba mais.
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Geração Z – Quem são?
30 09 2010Muito já se falou sobre a geração Y. Agora chegou a vez da Z. Formado por crianças e adolescentes – futuros consumidores – esse grupo já desenha algumas tendências que devem despertar a atenção do mercado. Mantendo algumas características dos jovens da Y, a Z aparece cada vez mais preocupada com a sustentabilidade e disposta a não pagar por produtos e serviços que podem ser encontrados gratuitamente na internet. Saiba mais.
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Radicais Livres da Inovação
29 09 2010Compartilho com todos este ótimo artigo escrito por Tom Coelho que, com muita maestria, aborda o assunto que representa “a menina dos olhos” de toda Organização comprometida com a perenidade e o sucesso. Inovação! Boa leitura.
O caminho para a diferenciação é dado pela criatividade, o ato de dar existência a algo novo, único e original. Também podemos definir criatividade como uma técnica de resolver problemas.
A criatividade se manifesta de duas formas básicas. Como bem pontuaram Duailibi e Simonsen, em Criatividade & Marketing, a primeira é a descoberta, a qual ocorre quando se percebe algo já existente e se verbaliza esta constatação, seja através de uma definição, uma equação ou uma fórmula matemática.
A segunda é a inovação. Através da associação de dois ou mais fatores aparentemente díspares, chega-se a um terceiro fator que tem parte dos anteriores, mas que, em relação a eles, é novo.
É sobre inovação que vamos tratar neste ensaio baseado no filme “Os Radicais Livres da Inovação”, produzido pelo Centro de Inovação de Oregon e distribuído com exclusividade no Brasil pela Siamar. Saiba mais.
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O que é MBA?
25 06 2010Depois de entender que existem dois tipos de pós-graduação – a stricto e a lato sensu – para muitos ainda deve ter ficado uma dúvida: e o tal MBA, o que é? O termo, muito difundido no meio acadêmico, vem do inglês Master in Business Administration, e como o próprio nome diz, é voltado à área de negócios, gestão e administração. O MBA é considerado pelo Ministério da Educação (MEC) como uma categoria de especialização lato sensu. O curso vai desenvolver no aluno capacidades que vão lhe ajudar em tarefas relacionadas a cargos de liderança, como direção e alta gerência. Um consenso relacionado à opção é que ela leva mais em conta a visão prática do aprendizado que o teórico, sempre com o acompanhamento de estudos de caso. ‘‘No curso de economia, por exemplo, o aluno aprende a teoria básica e depois parte para estudos de caso, de situações econômicas de países, situações financeiro-econômicas de empresas’’, exemplifica José Carlos Abreu, professor e coordenador acadêmico de cursos de MBA do ISAE/FGV (Instituto Superior de Administração e Economia/ Fundação Getúlio Vargas).
No Senai (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial) Londrina, os MBAs também são uma opção. Os cinco cursos nas áreas industrial, de construção civil, de projetos e de meio ambiente, os gestores são levados a dominar ferramentas de gestão com foco na prática. ‘‘O MBA vai colocar o aluno a par do que há de mais moderno na atuação naquela ferramente de administração do dia a dia e, a partir daí, melhorar sua performance’’, afirma o coordenador executivo de MBA e Pós-Graduação do Senai Londrina, José Luis Dalto. Como qualquer outro curso lato sensu, a carga horário mínima exigida é de 360 horas. Mas uma diferença fundamental é que profissionais de qualquer área podem fazer o MBA, diferente das outras pós-graduações.
Fonte: Folha de Londrina, 25/02/2011 – Londrina PR – Mie Francine Chiba Reportagem Local.
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MEC apresenta no Instrumento de Avaliação
24 06 2010Comentários : Deixar um comentário »
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E-MEC – Que Sistema é esse?
19 05 2010E-MEC é o sistema de tramitação eletrônica dos processos de regulação (Credenciamento e Recredenciamento de Instituições de Ensino de Superior – IES, Autorização, Reconhecimento e Renovação de Reconhecimento de Cursos), regulamentados pelo Decreto nº. 5.773, de 9 de maio de 2006. Saiba mais.
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O que é o CONAES?
19 04 2010A Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior – CONAES é o órgão colegiado de coordenação e supervisão do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior SINAES, instituído pela Lei nº 10.861, de 14 de Abril de 2004. Saiba mais.
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C P C – Como Funciona?
29 03 2010Para agregar ao processo de avaliação da Educação Superior critérios objetivos de qualidade e excelência dos cursos, o Inep criou um novo indicador. O Conceito Preliminar de Curso (CPC) vai de 1 a 5 e, como o próprio nome indica, é um indicador prévio da situação dos cursos de graduação no País. Para que os valores se consolidem, e representem efetivamente o que se espera de um curso em termos de qualidade e excelência, comissões de avaliadores farão visitas in loco para corroborar ou alterar o conceito obtido preliminarmente. Clique aqui para saber mais e veja aqui alguns resultados.
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I G C – Como funciona?
29 03 2010O Índice Geral de Cursos da Instituição (IGC) é um indicador de qualidade de instituições de educação superior que considera, em sua composição, a qualidade dos cursos de graduação e de pós-graduação (mestrado e doutorado). No que se refere à graduação, é utilizado o CPC (conceito preliminar de curso) e, no que se refere à pós-graduação, é utilizada a Nota Capes. O resultado final está em valores contínuos (que vão de 0 a 500) e em faixas (de 1 a 5). Saiba mais aqui.
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CAPES – Qual o objetivo?
28 03 2010A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES, relaciona os programas e cursos de pós-graduação que obtiveram nota igual ou superior a “3″ na avaliação da CAPES e que, portanto, atendem ao requisito básico estabelecido pela legislação vigente para serem reconhecidos pelo Ministério da Educação por meio do Conselho Nacional de Educação (CNE) e, em decorrência, expedirem diplomas de mestrado e/ou doutorado com validade nacional. Saiba mais sobre os Cursos recomendados pela CAPES.
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Qualis – O que significa?
28 03 2010Qualis é o conjunto de procedimentos utilizados pela Capes para estratificação da qualidade da produção intelectual dos programas de pós-graduação. Tal processo foi concebido para atender as necessidades específicas do sistema de avaliação e é baseado nas informações fornecidas por meio do aplicativo Coleta de Dados. Como resultado, disponibiliza uma lista com a classificação dos veículos utilizados pelos programas de pós-graduação para a divulgação da sua produção.
A estratificação da qualidade dessa produção é realizada de forma indireta. Dessa forma, o Qualis afere a qualidade dos artigos e de outros tipos de produção, a partir da análise da qualidade dos veículos de divulgação, ou seja, periódicos científicos.
A classificação de periódicos é realizada pelas áreas de avaliação e passa por processo anual de atualização. Esses veículos são enquadrados em estratos indicativos da qualidade – A1, o mais elevado; A2; B1; B2; B3; B4; B5; C – com peso zero. Saiba mais.
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O que é uma Comissão Permanente de Avaliação (CPA)?
27 03 2010Nos termos do artigo 11 da Lei nº 10.861/2004, a qual institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes), toda instituição concernente ao nível educacional em pauta, pública ou privada, constituirá Comissão Permanente de Avaliação (CPA), com as atribuições de conduzir os processos de avaliação internos da instituição, bem como de sistematizar e prestar as informações solicitadas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Aquela obedecerá às seguintes diretrizes:
I – constituição por ato do dirigente máximo da instituição de ensino superior, ou por previsão no seu próprio estatuto ou regimento, assegurada a participação de todos os segmentos da comunidade universitária e da sociedade civil organizada, e vedada a composição que privilegie a maioria absoluta de um dos segmentos;
II – atuação autônoma em relação a conselhos e demais órgãos colegiados existentes na instituição de educação superior.
Fonte: http://portal.mec.gov.br/
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Núcleo Docente Estruturante – NDE
23 03 2010NDE – PARECER CONAES N° 04/2010 e RESOLUÇÃO CONAES Nº 01/2010
A pedido de um número significativo de colegas pesquisadores e estudiosos da Educação Superior, venho por meio deste post, esclarecer algumas questões acerca do NDE.
Conforme o Parecer CONAES N° 4 de 17 de junho de 2010, o NDE foi um conceito criado pela Portaria Nº 147, de 2 de fevereiro de 2007, com o intuito de qualificar o envolvimento docente no processo de concepção e consolidação de um curso de graduação.
No que tange à relação entre PPC e NDE, o Parecer n° 04 descreve que: “[...] se pode evitar que os PPCs sejam uma peça meramente documental. Entende-se, então, que todo curso que tem qualidade possui (ainda que informalmente) um grupo de professores que, poder-se-ia dizer, é a alma do curso. Em outras palavras, trata-se de um núcleo docente estruturante”.
Sobre a obrigatoriedade ou não do NDE, o Parecer n° 04 descreve que “é importante ainda observar que, dentro da tradição bastante burocratizante das instituições de ensino no Brasil, recomendar-se ou, mais ainda, exigir-se a existência de um NDE, tenderia a induzir a definição deste como um órgão deliberativo, o que pode significar a perda da eficácia de suas funções. O NDE deve ser considerado não como exigência ou requisito legal, mas como elemento diferenciador da qualidade do curso (grifo nosso) no que diz respeito à interseção entre as dimensões do corpo docente e Projeto Pedagógico do Curso”.
Com relação a confusão entre o Colegiado e o NDE, o Parecer n° 04 descreve que [...] o trabalho do Colegiado de Curso (assim como da sua coordenação) não pode ser confundido com o papel de um NDE (grifo nosso). Ambos podem ser exercidos pelas mesmas pessoas, mas normalmente não o são, e isso até enriquece o processo. Assim, esta CONAES entende que o NDE é um bom indicador da qualidade de um curso de graduação e um elemento de diferenciação (grifo nosso) quanto ao comprometimento da instituição com o bom padrão acadêmico.
Após compreender o Parecer n° 04 de 17 de junho de 2010, vamos agora entender melhor a Resolução n°01 de 17 de junho, também de 2010, que resolve:
Art. 1º. O Núcleo Docente Estruturante (NDE) de um curso de graduação constitui-se de um grupo de docentes, com atribuições acadêmicas de acompanhamento, atuante no processo de concepção, consolidação e contínua atualização do projeto pedagógico do curso.
Parágrafo único. O NDE deve ser constituído por membros do corpo docente do curso, que exerçam liderança acadêmica no âmbito do mesmo, percebida na produção de conhecimentos na área, no desenvolvimento do ensino, e em outras dimensões entendidas como importantes pela instituição, e que atuem sobre o desenvolvimento do curso.
Art. 2º. São atribuições do Núcleo Docente Estruturante, entre outras:
I – contribuir para a consolidação do perfil profissional do egresso do curso;
II – zelar pela integração curricuIar interdisciplinar entre as diferentes atividades de ensino constantes no currículo;
III – indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e extensão, oriundas de necessidades da graduação, de exigências do mercado de trabalho e afinadas com as políticas públicas relativas à área de conhecimento do curso;
IV – zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Graduação.
Art. 3º. As Instituições de Educação Superior, por meio dos seus colegiados superiores, devem definir as atribuições e os critérios de constituição do NDE., atendidos, no mínimo, os seguintes:
I – ser constituído por um mínimo de 5 professores pertencentes ao corpo docente do curso;
lI – ter pelo menos 60% de seus membros com titulaçâo acadêmica obtida em programas de pós- graduação stritco sensu;
III – ter todos os membros em regime de trabalho de tempo parcial ou integral, sendo pelo menos 20% em tempo integral;
IV – assegurar estratégia de renovação parcial dos integrantes do NDE de modo a assegurar continuidade no processo de acompanhamento do curso.
Segue abaixo um quadro resumo das diferenças entre as descrições dos Instrumentos de Avaliação vigentes desde 2008 que cita a Portaria MEC n° 147 de 2007 publicada neste blog, para Resolução n°01 de 17 de junho de 2010 que dá suporte aos novos Instrumentos de Avaliação publicada pelo INEP em Nota Técnica de 1º de junho de 2011.

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ENADE – Qual o objetivo?
23 03 2010O objetivo do Enade é avaliar o desempenho dos estudantes com relação aos conteúdos programáticos previstos nas diretrizes curriculares dos cursos de graduação, o desenvolvimento de competências e habilidades necessárias ao aprofundamento da formação geral e profissional, e o nível de atualização dos estudantes com relação à realidade brasileira e mundial, integrando o Sinaes, juntamente com a avaliação institucional e a avaliação dos cursos de graduação. Saiba mais.
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Avaliação Institucional
22 03 2010A Avaliação Institucional é um dos componentes do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes) e está relacionada:
À melhoria da qualidade da educação superior; à orientação da expansão de sua oferta; ao aumento permanente da sua eficácia institucional e efetividade acadêmica e social e ao aprofundamento dos compromissos e responsabilidades sociais das instituições de educação superior, por meio da valorização de sua missão pública, da promoção dos valores democráticos, do respeito à diferença e à diversidade, da afirmação da autonomia e da identidade institucional. Saiba mais.
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Avaliação de Cursos de Graduação
21 03 2010O Inep conduz todo o sistema de avaliação de cursos superiores no País, produzindo indicadores e um sistema de informações que subsidia tanto o processo de regulamentação, exercido pelo MEC, como garante transparência dos dados sobre qualidade da educação superior a toda sociedade.
Os instrumentos que subsidiam a produção de indicadores de qualidade e os processos de avaliação de cursos desenvolvidos pelo Inep são o Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) e as avaliações in loco realizadas pelas comissões de especialistas.
No âmbito do Sinaes e da regulação dos cursos de graduação no País, prevê-se que os cursos sejam avaliados periodicamente. Assim, os cursos de educação superior passam por três tipos de avaliação: para autorização, para reconhecimento e para renovação de reconhecimento. Saiba mais.
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Censo da Educação Superior
18 03 2010Anualmente, o Inep realiza a coleta de dados sobre a educação superior, com o objetivo de oferecer informações detalhadas sobre a situação atual e as grandes tendências do setor, tanto à comunidade acadêmica quanto à sociedade em geral. Saiba mais.
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O que são as comissões de conciliação prévia?
17 03 2010Comissão de conciliação prévia, regulada pela Lei nº 9.985/00, é um organismo privado que tem a finalidade de mediar e tentar conciliar, ou seja, chegar a um acordo entre empregado e empregador, antes que o empregado ingresse na Justiça do Trabalho com uma reclamação trabalhista. Clique aqui e saiba mais.
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Gestão de Pessoas: um desafio de liderança
16 03 2010Sabemos que uma das maiores – senão a maior – dificuldade nos negócios é a relação entre as pessoas. Por diversas vezes vemos líderes de equipes que atuam como chefes de departamento e conseguem junto com sua equipe (na maioria das vezes especializada no assunto) colocar por água abaixo um grande projeto ou todo um processo. Clique aqui e saiba mais.
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Gestão Participativa
14 03 2010O empresário precisa promover um estilo de administração dinâmico, democrático e valorizando as pessoas que fazem parte da empresa. A gestão participativa é um processo que visa o desenvolvimento dela, sem deixar de lado a participação do indivíduo. Dessa forma, passa a existir verdadeiro compromisso e cumplicidade. Clique aqui e saiba mais.
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Gestor Bombeiro
21 12 2009Você é daqueles Gestores que passam a maior parte de sua jornada de trabalho “apagando incêndios”? Se você respondeu não, parabéns! Mas se você respondeu sim, bem vindo! Você pertence ao time dos Gestores Bombeiros. O Gestor Bombeiro tem uma característica que o distingue dos demais gestores, ele não inova. Saiba mais.
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Treinar é Adestrar: Resultado requer Cultura!
21 12 2009Nem percebemos, mas basta ler os jornais, revistas e assistir aos noticiários para notarmos que nossa geração está vivendo uma nova revolução industrial, a era digital trouxe consigo o avanço tecnológico em uma velocidade nunca vista antes e uma transformação do perfil do trabalhador que não proporciona espaços para filosofias Tayloristas, Fordistas ou mesmo Toyotistas, o perfil hoje é outro, basta abrir os olhos e perceber que o “eu” em detrimento do “nós” está com os dias contados. Para ficar mais clara a idéia deste artigo, um rápido histórico se faz necessário. Leia mais.
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Fábrica de Líderes
19 12 2009O estudo Top Companies for Leaders, conduzido pela consultoria de RH Hewitt Associates, revela as 25 empresas que melhor formam lideranças no mundo. Uma brasileira, a Natura, está entre elas! Saiba mais.
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Não existe INOVAÇÃO sem DESIGN
2 10 2009Empresas poderosas como Toyota, IBM, Philips, BMW já acordaram e praticam o design thinking, o pensamento através do design, em toda a sua linha de negócios. A Samsung se transformou de uma empresa dominada pelos engenheiros para uma multinacional focada em design. A Procter & Gamble criou uma vice-presidência de Inovação e Design com o objetivo de disseminar o design thinking em toda a sua estrutura, não apenas nos seus produtos.
Ninguém consegue imaginar a Apple sem o design em toda a sua cadeia executiva. O Google é uma empresa de design thinkers. Algumas empresas abriram um espaço nos seus boards para os designers. Essas empresas perceberam que a inovação é um processo multidisciplinar e que o design faz parte imprescindível dessa equipe. Como Herbert A. Simon percebeu, em 1969, que o design está diretamente relacionado com a transformação do presente para outra situação preferida, em qualquer área, em qualquer disciplina, principalmente nos negócios. Por isso, ele acabou conquistando o Prêmio Nobel de Economia. Leia mais aqui.
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Motivação
16 04 2009O conceito de motivação é muito extenso e complexo, pois não existe uma regra geral, como uma receita de doce, na qual os ingredientes são misturados na medida certa e com tempo de preparo definido. Clique aqui e saiba mais.
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Fatores que Motivam
15 04 2009O lucro é o objetivo mais importante para a sobrevivência das empresas, contudo não é o fator único de resultados. Existem vários fatores que determinam o grau de desempenho de uma, porém o fator essencial é a participação dos funcionários na vida dela. Quem só recebe ordens fica infeliz e não se motiva no trabalho. Para que o funcionário sinta que comanda pelo menos parte da sua vida profissional, é necessário criar mecanismos de estímulos à sua atuação, através de uma política moderna de gestão de pessoal, observando os princípios, já consagrados, de justiça social em empresas localizadas em países mais adiantados. Clique aqui e saiba mais.
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Trabalho em Equipe
12 04 2009Nesse atual cenário competitivo, as empresas buscam, constantemente, novas maneiras de conquistar a preferência dos clientes e realizar as vendas necessárias para a obtenção do lucro. Para isso é importante, entre outros fatores, a qualidade de produtos e serviços, a excelência no atendimento, uma política de preços coerente com a realidade do mercado, a compreensão das necessidades dos clientes e a existência de uma equipe disposta a vencer os desafios e obstáculos que surgem a todo o momento. Mas como desenvolver este espírito de equipe? Por que ele é tão importante? Quais os benefícios para a empresa e os profissionais? Clique aqui e saiba mais.
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